Dom Paulinho Lima: O ritmo entre baquetas, voz e palco

De Paulo Sérgio a ícone da Soul Music: uma conversa sobre a dualidade técnica, a gestão da carreira e o vigor dos 60 anos.

Dom Paulinho Lima | Créditos: Arquivo Pessoal 

Para quem respira live marketing e experiências, Dom Paulinho Lima é uma aula magna. Ele não entrega apenas música; ele entrega presença. Prestes a completar 60 anos, o artista vive um momento de maturidade ímpar. 

Nesta conversa que tivemos, ele me revelou como equilibra o rigor do baterista com a liberdade do frontman, provando que o segredo da permanência em uma carreira é, acima de tudo, a autenticidade.

Fada: Dom, você é um cara que já sentiu o peso de ter o Brasil inteiro te assistindo e as quatro cadeiras viradas para você no The Voice Brasil. Hoje, com 70 mil seguidores orgânicos, como você vê essa necessidade do mercado de "fabricar" artistas em série, enquanto você faz questão de manter seu trabalho ancorado no show ao vivo? 

Dom Paulinho: Muita gente não conhece o fundo do meu trabalho porque eu não sou de postar tudo, sou do palco. O digital hoje é muito fabricado, e eu tenho certeza de que meus seguidores estão ali pela verdade, nenhum foi comprado. O show é onde a coisa fica legal de verdade. O Orkut era mais legal que hoje, mesmo com as facilidades de agora, porque tinha mais essência. Para mim, o "suco" da música você só toma ali, na hora, no olho no olho.

Dom Paulinho Lima | Créditos: Arquivo Pessoal 

Fada: Existe uma dualidade fascinante na sua performance: o controle técnico das baquetas e a exposição total da voz. Em qual desses lugares você se sente mais em casa hoje, prestes a completar 60 anos? 

Dom Paulinho: Eu transito bem nos dois, mas a bateria é tudo para mim. Eu toco com a alma, não leio partitura, e o público pira quando eu subo e faço as duas coisas ao mesmo tempo. Mas estar ali na frente, só cantando, cria uma conexão mais direta, uma troca mais limpa com quem está na minha frente. No fundo, o ritmo e o canto são uma coisa só dentro de mim; um alimenta o outro.

Dom Paulinho Lima | Créditos: Arquivo Pessoal 

Fada: No Pulso Independente, eu sempre falo que autonomia é um ativo. Você diz que "músico é trabalho, não é diversão". Como o Paulo Sérgio, o gestor, cuida do Dom Paulinho, o artista, para manter essa carreira sólida por tanto tempo? 

Dom Paulinho: Se você não for multidisciplinar e não trabalhar duro, você não vai a lugar nenhum. Meu conselho para a nova geração é: confie no seu taco e construa sua própria comunidade sem olhar para a grama do vizinho. Eu aprendi a respeitar o gosto de cada um, mas não aceito tocar o que não tem a ver comigo. Minha paz e meu som limpo valem mais que qualquer cachê para fazer algo sem verdade, como cantar uma "sofrência" que não pulsa em mim.

Dom Paulinho Lima | Créditos: Arquivo Pessoal

Fada: Eu amo que você não tem medo do erro. Se algo sai do trilho, você para, assume e recomeça com bom humor. Essa segurança vem da quilometragem de quem está na estrada desde 1981?

Dom Paulinho: Com certeza. Se erramos feio, eu sou réu confesso! Paramos tudo, peço perdão e digo: "Vamos começar de novo, não foi assim que ensaiamos não!". O público ama essa honestidade porque ela humaniza o show. Eu prefiro a verdade de um recomeço do que a frieza de uma perfeição ensaiada que não tem emoção nenhuma.

Dom Paulinho Lima | Créditos: Arquivo Pessoal

Fada: Se você pudesse dar um único toque no Paulo Sérgio que estava começando lá no Festival dos Festivais, o que você diria? 

Dom Paulinho: Eu diria: "Dom, cuide um pouco mais da sua voz. Vai ter uma época que você vai precisar baixar o tom". O conselho seria esse: não seja "besta" e entenda que a voz é um instrumento que exige tanto zelo e técnica quanto o meu kit de bateria.

E assim chegamos ao fim dessa conversa mágica com esse mestre do Soul. Para acompanhar a agenda, os bastidores e a energia única de Dom Paulinho Lima, você o encontra no Instagram em @dompaulinholima. Vale o clique, mas vale muito mais o ingresso, porque, como ele mesmo disse, o "suco" da verdade só se toma ali, no calor do palco.

Celebrar os 60 anos de Dom Paulinho Lima é entender que a música independente é um exercício diário de branding pessoal e resistência. Ele atravessa décadas mantendo o pulso firme provando que a maior tecnologia de palco ainda é a conexão humana. Entre baquetas e voz, Dom não está apenas cantando; ele está ditando o tempo da própria história.

Nos vemos no próximo show! 

Fada

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A alquimia entre o sagrado e o digital: Entrevistando Haru A Shakra

Do neon das telas à cura pelo som: O mergulho em um ecossistema multissensorial de um dos artistas mais completos da cena independente atual.

Produzido por IA 

Existem artistas que criam obras, e existem artistas que criam universos. Hoje, o meu papo no Pulso é com alguém que eu não apenas admiro, mas com quem sinto uma conexão de propósito muito profunda. 

Ele é uma explosão de cores e sentidos: músico, artista visual, artesão de peças que parecem amuletos e um mestre no toque que cura. Haru A Shakra (ou Haru Kamura, para os íntimos como eu) é a prova viva de que a arte não precisa de molduras ou de grandes gravadoras para ser impecável e sagrada. Ele une a alta tecnologia da Inteligência Artificial com a sabedoria ancestral dos chakras, provando que ser independente é, acima de tudo, ter a liberdade de ser inteiro.

Preparem o coração para um mergulho etéreo. Com vocês, o meu amigo e mestre das sensações, Haru.

1. A saga dos discos

Fada: Haru, você já fez no mundo três álbuns e um EP. Eu acompanho sua correria e sei que nada é por acaso. Quero que você me conte qual foi o propósito de cada um desses momentos. Eles são fases diferentes do mesmo Haru ou cada um nasceu de uma ruptura?

Haru: Que prazer poder abrir meu cosmos e oferecer a sabedoria do que vejo na minha caminhada como artista. É ainda mais gratificante ter essa oportunidade vinda de você que é uma artista empreendedora que eu tanto admiro, por isso: gratidão pelo interesse, atenção e pela oportunidade. 

Cada um dos meus trabalhos músicais foi uma resposta ao momento da vida que eu vivi. Fluxo, meu primeiro álbum, nasceu na necessidade de gritar ao mundo a sabedoria do alinhamento dos nossos chacras e como realinhar cada um deles nos oferece equilíbrio, cada um deles em seu fluxo natural é importante para viver bem, em harmonia, alinhado com nossos sonhos e com quem verdadeiramente somos e não o que querem que sejamos. E quando olhamos pra luz do que somos, a sombra desperta em nós e também nos outros através da raiva, da inveja, da mentira, da tristeza, do apego, da ilusão, da culpa, por isso ao falar de fluxo eu criei o EP "Ritos da Razão" um trabalho instrumental que busca nos guiar através da música terapia para um caminho de sobriedade emocional, eliminando a negatividade e realinhando a razão. Assim nasce esse trabalho, uma consequência de "Fluxo" para apoiar os momentos que desalinhamos nossos chacras. 

Já em "Profana e as Sombrinhas" eu invoco minha persona Drag Queen: Shakra Sagrada Profana, para brincar com as coisas que o mundo vê como sombrias como sexo, morte, irá, deboche, relações tóxicas, auto imagem. Dessa forma eu brinco com as minhas sombras que são também as sombras da sociedade para dizer: tá tudo bem dançar e brincar com as nossas sombras, elas são necessárias e montam a complexidade humana. Esse álbum também é uma tentativa de criar um trabalho musical mais comercial, sair da perspectiva "sagrada" e abordar a vida como ela é, nas necessidades das sombras de cada um de nós.

Agora no meu último e mais trabalhoso projeto musical, criei "Finito" que oferece o olhar ampliado para temas que fazem a gente a lidar com o fim dos ciclos. Eu compus e montei a melodia no ano de 2025, um ano de número 9 na numerologia, ou seja, um ano em que todos nós tivemos que lidar com o fim de eras. Na numerologia as temporadas da nossa vida são divididas em ciclos de 9 anos e 2025 foi o ano para ceifar processos, viver os lutos, aceitar o fim, enquanto damos a mão para a transformação. "Finito" serve como um ritual da Fênix, para vermos valor na partida e lembrarmos que o fim é uma ilusão que nos inspira gratidão pois só com a gratidão temos força pra prosseguir após o fim de uma temporada. 

Haru A Shakra (Haru Kamura) | Créditos: Arquivo Pessoal


2. A caneta e a verdade

Fada: Suas letras têm uma força que a gente sente que vem de dentro. É você que escreve tudo? Como é que essas palavras chegam? É naquele momento de silêncio ou elas brotam no meio do caos?

Haru: Todas as letras são ecos de um momento, momentos que me desafiei, que enjoei de mim mesmo, momentos de profunda tristeza que precisei ressignificar. Não vou invocar recortes sociais que represento nesse momento porque acho que minhas letras transcendem a vivência social, elas foram milimetricamente pensadas para serem fiéis a tudo o que eu vivi e a todos aprendizados que eu tive, mas que também pudesse ecoar na alma de todo mundo que ouvir, independente de sexualidade, gênero, cor, etc. Minha poesia quer cuidar de todos e tinha que transparecer isso, por isso eu escrevia, apagava, escrevia, recriava, fui lapidando para ficar profundo, intenso e elegante porque a elegância sempre garante autoestima acima de tudo, para que sejamos mais do que apenas nossas dores. Minha poesia é um lembrete para que possamos brilhar a divindade que existe na peculiaridade de cada um. 

Então elas nascem dentro disso, da necessidade de despertar, com sofisticação, a resiliência no coração de quem se dedica a ouvir.

3. A alquimia do som (Sem clichês)

Fada: Eu acho incrível como a cena independente hoje permite que a gente entregue um som impecável usando o que tem de mais moderno sem precisar daquelas estruturas gigantes de antigamente. Como foi produzir esses trabalhos? Qual é o seu segredo pra chegar nessa estética sonora tão refinada sendo dono do seu próprio processo?

Haru: O segredo é manter-se vivo, constante, abraçando as mudanças e se afastando dos conceitos conservadores que insistem em nos ligar ao passado. Por exemplo, eu uso minha voz recriada com IA pra produzir o canto das músicas. Se eu me prendesse numa mente que quer conservar apenas instrumentos antigos e negar a tecnologia, eu nunca teria criado meus projetos, não sei cantar. Nunca teria acessado os corações que já se emocionaram com meu trabalho musical se eu tivesse me prendido aos conceitos antigos de criar música. Entendo que isso causa até desmerito na autenticidade da minha produção musical, nas minhas composições, como não é minha voz cantando as pessoas acham que é tudo feito por IA, mesmo não sendo. Mas não é sobre isso, não é sobre mim, não é sobre meu ego, sobre eu me sentir menos ou mais artista na visão das pessoas. 

É sobre alcançar corações, cuidar das pessoas, levar um abraço cósmico digital sonoro na alma de quem se permitir me ouvir e isso só se concretizou com o uso da voz em IA. Em "Fluxo" meu primeiro álbum, a música Pensamento, Fogo e Água são poesias que estavam no papel desde 2018, e que nunca teriam virado uma música completa se eu não tivesse a IA pra me auxiliar, afinal convidei inúmeros cantores amigos pra criarem uma collab com minha poesia e nunca obtive respostas para criarmos juntos. 

Então me manter vivo, aceitando as mudanças do mundo, da tecnologia, da modernidade me possibilitou me transformar em quem eu sou hoje. Envelhecer é ter dificuldade em lidar com o novo e quero me manter jovem enquanto envelheço. Criando, criando e criando. 

4. O corpo como tela e templo

Fada: Muso, você pinta quadros, pinta corpos, faz acessórios que são verdadeiras joias e ainda tem o seu trabalho como massagista. Eu te vejo como um artista completo, mas como você amarra tudo isso? Quando você está massageando alguém, isso vira inspiração pra uma batida ou pra uma pincelada?

Haru: Minha autoestima sempre se fortalece com meu trabalho, não no espelho, por isso agradeço muito quando você me elogia assim e é essa também a resposta de como eu amarro todas minhas capacidades. Tudo o que eu faço, faço para cuidar. Cuidar do corpo, com a massagem, cuidar da autoestima com a maquiagem e os acessórios, e cuidar da alma com os quadros, as músicas... Meu propósito é ser seu melhor amigo cósmico, não ser seu ídolo. Quero poder cuidar das pessoas, dar um conselho, servir momentos etéreos que marcará a vida das pessoas. 

Vivemos num mundo que tem se tornado cada vez mais monocromático, sem cor, sem vida, preso no lucro do consumo e investir em cores tem um alto custo, por isso, por exemplo, os carros são sempre das mesmas cores. Quando invisto no universo neon eu quero brilhar no escuro, investir nas cores dos quadros, da maquiagem, na arte das músicas, é não se importar com o custo mas no impacto que tudo vai ter na alma de quem eu quero cuidar. 

Pintura Holistica por Haru Kamura em baladas e festas privativas

5. O que vem por aí?

Fada: Você não para, e eu amo isso. O que mais está pulsando aí dentro? Tem álbum novo no forno ou você está explorando algum outro caminho artístico que eu ainda não vi?

Haru: (Rs) Sim. Tenho novos projetos, mas como já vimos eu não me contento em criar uma coisa e seguir somente nela. 

Estou agora criando um evento sensorial que vai unir minhas músicas, meu ateliê de arte neon, a maquiagem da Pintura Holistica, e o melhor: minhas almas amigas que conquistei durante a vida, pra servirmos juntos um evento sensorial único onde você terá acesso ao prazer do paladar, visual e sonoro, o prazer sexual e artístico, e até observatório das estrelas. 

Tudo isso em um evento fechado de até 30 pessoas por noite, feito na minha casa que também é meu ateliê, onde quero, inclusive, receber essa Deusa maravilhosa que você é, Fada, para celebrarmos juntos as sensações, a liberdade, a arte e o prazer e, assim, podermos compartilhar isso com todos àqueles que já se sentem prontos e que se sintam uma COSMICUDA, um Deus/Deusa cósmico que vive a intensidade de seu próprio cosmos.

E aqui, eu Fada, finalizo a entrevista, nunca o contato. O que depender de mim já aceitei todos os convites porque o prazer sexual, artístico e estelar são territórios onde a gente se encontra e se reconhece.

Para quem leu esse papo até aqui: que as palavras do Haru sirvam de despertar. Que a gente tenha a coragem de ser múltiplo, de abraçar o novo e, acima de tudo, de brilhar no escuro.

Gratidão por pulsar aqui hoje.

Anote o instagram @pinturaholistica para encontrar o muso! Nos vemos sexta-feira que vem com mais uma entrevista mágica, que pulsa e conecta!

Fada

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Sem filtro e nos bastidores: Minhas conversas com quem movimenta a cena no Backstage Pass.

Esqueça o óbvio e as perguntas de sempre. No Backstage Pass, eu deixo a superfície de lado para mergulhar no que realmente importa: a mente de quem faz o entretenimento autoral acontecer.

Imagem produzida por IA | Pulso Independente

Eu não quero apenas entrevistar; eu quero extrair a visão estratégica. Seja conversando com um artista que acabou de estourar, um produtor que domina os festivais ou um crítico que dita tendências, meu objetivo é um só: trazer para você o que acontece por trás das cortinas. No Pulso Independente, eu comando esse espaço de troca real, onde o papo é reto sobre carreira, mercado e criação.

O que você vai encontrar nas minhas colunas do Backstage Pass?

  • Entrevistas exclusivas: Conversas profundas com artistas que têm algo a dizer.

  • Visão de mercado: Produtores e gestores revelando como a engrenagem gira.

  • Crítica e movimento: O olhar de quem analisa a cena e antecipa o que vem por aí.

Eu acredito que o conhecimento é a maior ferramenta do artista independente. Por isso, cada conversa que eu trarei aqui é uma aula de como se posicionar e crescer nesse mercado que eu tanto conheço.

Fica de olho, porque o acesso é garantido, mas o papo é para quem está pronto para o próximo nível.

Beijos mágicos, 
Fada

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Seu novo hit no nosso Drop da Semana: O palco para a música autoral!

A cena independente não para, e o Pulso também não. Você sabe que lançar uma música é só o começo. O verdadeiro desafio é ser ouvido, ocupar espaços e furar a bolha. É por isso que criei o Drop da Semana: um espaço dedicado exclusivamente para os lançamentos de faixas autorais que estão movimentando o cenário agora.

Imagem produzida por IA | Pulso Independente

Toda sexta-feira será publicado os lançamentos mais quentes que chegam ate o Pulso. Não importa o gênero: do rock ao trap, do MPB ao eletrônico, pois se é autoral, independente e tem identidade, o lugar será aqui.

Como participar? Não adianta só postar no Instagram e esperar o milagre acontecer. Para aparecer no pulso radar e ter a chance de ser destaque no portal, você precisa cadastrar seu lançamento no nosso link oficial:

CLIQUE AQUI PARA ENVIAR SEU LANÇAMENTO

Minha visão (Fada Branding): Eu escrevo, eu crio e eu impulsiono. O Pulso Independente é o meu portal de experiências e PR musical, e eu quero ver a sua cena projetada aqui. Se o seu trabalho é profissional e tem alma, eu quero ouvir.

Prepare o material, clica no link e me mostre o que você está produzindo. Vamos fazer esse hit ecoar juntos! 

Beijos mágicos,
Fada

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Check-mate: Onde o talento encontra a estratégia

 Oi, eu sou a Fada, tudo mágico?

Fada | Pintura Holística por Haru Kamura | Crédito: Polo Fotografia

Sim, essa iluminada que ama pintura holística neon, que de passagem, tenho que creditar o artista: Haru Kamura, que está todas as sextas e sábados na Nossa Casa Confraria das Ideias, na Vila Madalena, em São Paulo. 

Sejam muito bem-vindos ao meu novo "palco". Se você me conhece da Brands Comunica ou da Erotika Town, sabe que eu não brinco em serviço quando o assunto é posicionamento. Mas aqui no Pulso Independente, o papo é de artista para artista, de mente criativa para mente criativa. E se ainda não me conhece, prazer! 

Eu sempre digo: o cenário independente exige muito mais do que um bom riff ou um refrão chiclete. Ele exige presença de marca.

Ao longo dos últimos anos, eu estive nos bastidores de festivais como o Brazilian Bacon Day, gerenciei carreiras, cuidei do PR de shows do Sepultura, Péricles à Naiara Azevedo, e ajudei a reposicionar lendas como o Katinguelê. O que eu aprendi nessa estrada? Que o sucesso não é um acidente; é um planejamento bem executado.

Já lancei alguns e-books de tendências para artistas da cena independente - o último em 2025, atendi como Relações Públicas uma das melhores casas de samba de São Paulo (Bar Templo) e estratégias de branding artístico com consultorias onde ajudei músicos a não perderem sua essência enquanto buscam o lucro. Tudo isso ganha uma casa nova aqui na coluna Check-mate.

O que você vai encontrar por aqui? Vou compartilhar com vocês o meu know-how real. Sem "juridiquês" ou termos chatos de marketing, mas com muita inteligência estratégica. Quero falar sobre:

  • Como captar público de verdade em festivais.

  • Por que sua identidade visual (branding) é o seu melhor vendedor.

  • Como transformar cada show em uma oportunidade de networking e PR.

  • Entrevistas com artistas, músicos, produtores, críticos musicais e quem movimenta a cena.

  • E sim, vou falar sobre a minha própria experiência unindo música, performance e sensualidade (meu lado artista também pulsa!).

Eu sou a Fada, sou apaixonada por esse movimento e estou aqui para garantir que o seu próximo lance seja certeiro. O jogo da cena musical mudou, e eu trouxe o tabuleiro para a gente jogar junto.

Prontos para o Check-mate? Deixe nos comentários qual é a sua maior dificuldade hoje na carreira. Vamos conversar (com um sorriso no rosto e estratégia na cabeça)!

Com magia e pulso firme, Fada.
Mais sobre mim, se quiser conhecer: https://beacons.ai/fada.fun



Fada

Assinado por Fada

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